27.11.10

Acordamos diferentes, às vezes!


Sabe aquele dia que você acorda com a cabeça cheia? Cheia de besteiras, sorrisos, dores, dor, amor, inteligência, capacidade, companheirismo, preocupação, egocentrismo. Tudo meu! Bem é assim que estou hoje. Hoje eu estou realmente tão livre. Não adianta nem tentar tirar esse preenchimento de mim, eu sou mais minha quando estou cheia. O vácuo me assusta. Estou pouco me ligando para quem for, para o que for. Nem me reconheço, eu não ligo para fuxicos e ainda menos para opiniões. Quem importa primeiramente sou eu. Eu continuo pensando, entalada de sentimentos, em mim. E para mim o que vale hoje é o meu bem estar. Me sinto estupidamente ocupada, lotada. Pois quando me sinto assim, lotada, eu me acho e acho o que perco diariamente, minha auto-estima. Não sou burguesa, não sou de grife. Sou eu e mais eu, o que para mim é o suficiente. Posso ser irritante, mas marco. Posso ser feia, mas dúvido muito que me esqueçam. Mesmo não ouvindo, eu gosto de Bob Marley e quero que se exploda o resto. Não me importo, não sinto mais nada do meio externo. O meu interno é o essencial. É e nesse conceito que vivo hoje, minha e lotada. 

P.S.: Quando digo lotada quero dizer: cheia de narigudinhos com seus orelhões em minha vida e também estou cheia de sentimentos vazios e sem nexo!

2 comentários:

Caroline disse...

adorei o seu texto, muito bom mesmo e bom mesmo que tenha postado *-* hê

Carol Fernandes disse...

IHSAHAISHIAHSIAHISA, obrigada flor (:

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