Eu nunca soube ao certo o que é amor. Nem definir, nem imaginar. Não consegui diferenciar de paixão. Vou excluindo minhas hipóteses, e minhas teses vão se esfarelando. Nenhuma conclusão, muito menos um começo de uma. Porém consegui sim, alguns fatos.
Constatei, que enquanto procurava repentinamente me perdi em um mundo de poetas e que não acharia um significado. E de repente, tudo mudou e eu fiquei grata por não compreender. Entendi que essa mistura de sentimentos (jogados numa tigela e batidos, até que fiquem consistentes) é algo sem sentido. Algo que vem com o tempo e te consome, tudo se torna insaciável. E quando você não sabe mais o que sente, o que tem, é amor. Enquanto você lê isso, e pensa num nome e não em algo, é amor. Que seu primeiro amor, é algo explosivo e intenso demais. Você constata contando para alguém sobre seu amado que ninguém senta algo parecido. Certamente vem em sua cabeça, ninguém o ama como eu. E por fim, quando você se vê amando não entende como aconteceu, nem como se libertará daquilo (que te faz até mal, de tão bom)... ai sim, é amor.
Definível ou não, existe, arde na veia e depois machuca.

3 comentários:
- Frio ou quente, o amor sempre da um jeito de ser notado, sentido.
beijos ;*
Amor é amor, sem mais. Lindo e único (:
Estou seguindo e obrigada pela visita lá no Descontrolando.com
amar é amar né fofas *-*
obrigada pelos comentários!
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