Uma futilidade não confessar sua origem, seu berço. Não acredito em vergonha de ser quem você é. O brasileiro desvaloriza um país tão lindo quanto o nosso, um país tão unido. É óbvio que temos desvalores mas não é por isso que vamos deixar nossa nação sozinha. Não tenho nenhum problema em dizer que sou brasileira, e que amo meu país pelo jeito que ele é. E como o amo tanto quero muito que melhore desses problemas da Cidade Maravilhosa (que é uma das cidades mais bonitas do mundo e fica no Brasil), que tenha uma política mais justa, que dê mais valor em educação, que cuide de nossos recursos naturais (que são um dos maiores do mundo), entre tantos outros problemas. Mas sempre esquecemos que daqui, desse país tão pobre em cultura e subdesenvolvido (como dizem) saíram: a modelo mais famosa do mundo, o rei do futebol, um dos nove maiores gênios vivos da Humanidade, um dos maiores ídolos do esporte brasileiro e mundial de todos os tempos, a mulher mais sexy do mundo, entre tantos outros. Um dos países com mais diversidade de flora e fauna. O país que tem o pulmão do mundo. Realmente precisa de mais?
Temos vergonha do que então? Dos problemas? Pelo amor, tantos outros países são bem piores e não pense que os mais ricos não tem, pois são principalmente esses países que mais poluem a Terra, então vamos nos orgulhar-se deles? Que vão matar todos nós e ainda mais desvalorizar nossa origem.
Dói, dói mesmo, em pensar que nem todos conseguem admirar seus corações. Aperta, sabermos que nem todos nossos representantes amam nosso povo. Esse povo que batalha todo dia por uma vida mais justa, para não ser morto, para que ainda consiga viver feliz. E mesmo sofrendo sobrevive, ainda amando suas raízes. E o preconceito com o Nordeste... Isso mexe comigo, mexe mesmo. Nossa manchetes na Folha nem sempre agradam, mas mesmo assim estão ali, fazendo luto, fazendo seu papel em comover pessoas. E com tantos fracassos e sem ajuda, como o país vai pra frente? Sozinho, não consegue nada...
Nesse Brasil tão nosso, tão rico e tão amado (deveria) eu vivo, com meu peito cheio de orgulho, por uma pátria tão chegada.

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