15.4.11

é tudo uma questão

Sabe? Sabe quando você não sabe o que falar quando diz "sabe?" de tanto à falar? É, é assim que ando



Pois então, essa questão de sabedoria é de total e constante culpa tua. É questão de não querer se importar, de não poder se importar. É questão, é dúvida. Dor esculpida em um resto de sentimento que não tem mais força para retomar a seu formato. Já foi refeito demais, modificado demais. É, eu bem que gostaria de poder dizer que em alguns tempos talvez quando tu resolveres olhar para o lado, que eu não estarei mais aqui, que a nossa diferença é essa, eu valorizo pessoas e seus acompanhantes (sentimentos, no caso, que você não conhece). Não quero confessar que quero seja feliz com quem quiser, não sou falsa, tu sabes disso. Quero te xingar, te bater e depois chorar arduamente em meu travesseiro. Posso ser boa atriz, mas não sou milagrosa, não cicatrizo rápido. Como tu pensas. Eu vi passar meu sorriso, minha carisma, meu espírito, tudo, passando ao vento, bem em minha frente. Não os peguei não por não ter coragem, e sim, força. Sua falta aqui, corroendo. Ando precisando de estímulos demais e geralmente eles se resumem em algo que me faça te esquecer. Não quero paixões novas, muito menos amores novos, eu quero a ti. É, por mais que eu tente as coisas não tomam rumo. Seu RIDÍCULO filha-da-mãe!



P.S.: Me perdoem por escrever apenas de um tema, por favor? 
aah, e tumblreiros -shit- eu criei um, dei uma olhadinha lá (o nome é provisório, espero) aqui Ô

Eu amo vocês.

2 comentários:

Caroline disse...

sua linda, não tem porque de se desculpar a respeito do tema, você escreve sobre o que convém-lhe, sem falar que os textos ficam ótimos de qualquer forma e esse eu adorei. Descreveu muito do que sinto. <3

Carol Fernandes disse...

obrigada cá, ai você é um fofa que comenta tudo aqui, minha diva <3

ARQUIVO MORTO