Eu só quero fechar os olhos e sentir o ar passar pelo pulmão tranquilo e silencioso, que saia essa ardência aqui, que essa dor da alma esfrie e a paixão se desmanche um pouco. Quero novos horizontes, novos cheiros, novos olhares. Já aprendi que amar é isso, cair de cabeça. Oh pequeno, já me ensinares tanto e tanto. Mas apesar dos apesares eu sei a razão disto tudo estar preso aqui com teu coração -seu sim, tu sabes que ele é todo teu- e sabes qual és? Adoro idolatrar-te, sentir-te, amar-te. Me descubro em ti, e é por isto, por saber que sem você fico em migalhas e sem sentido. Porque vim te amar, para sempre. Não sou como as outras gurias que correm atrás de ti, eu conheço cada parte tua, cada olhar, cada sorriso. Aquele de ladinho, que mostra vergonha; aquele exageradamente aberto, de felicidade; aquele combinado com o olhar bobo, que mostra amor. Não me veja como estas outras, por favor. Meu sentimento é ampliado infinitamente. Sei de todas manias, tuas prosas, tuas dores, sei de tudo. Tu estás em mim, tu és um pouco de mim, e eu? Eu sou toda tua, e nos meu sonhos tu também és meu. Mas lembra-te pequeno, sou a única que te conheces mais do que ti próprio.
4 comentários:
Oh, escreves tão bem! Vou seguir *_*
E não esquece nunca, né Carol?
Seus textos cada vez mais doces!
Adoro o blog, sigo-te <3
Que cena! Que tranquilidade...muito bem escrito!
[]s
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